EPIC RIDERS…
Importa antes de tudo referir que não foram 160 klms, ou 162 como estava definido originalmente!
2010 trouxe água em abundância para o nosso país, e também já alguns fenómenos climáticos mais adversos como o temporal da Madeira, e mesmo outros mais peculiares (menos comuns por estas bandas) como o Tufão de Santa Apolónia, o “Mini” Tornado de Tavira (que apenas fez voar uns quantos barcos…), e mesmo um outro tornado avistado sob as águas da Costa do Estoril!
Os 3 últimos fenómenos ocorreram precisamente na semana (e na própria véspera) da Ultramaratona, pelo que não ia ser o clima ou o estado do terreno (profundamente fustigado) que iriam ajudar na progressão dos atletas ao longo do percurso criado pela organização.
Tudo isso fez com que alguns inscritos pensassem de imediato que seria melhor deixar a sua participação para anos mais secos, mas a malta da “Ó” DO VIDRO preferiu encarar a coisa como mais um desafio pronto a ser superado!
O Sérgio, Nuno Portela, e Tiago, rumaram a Serpa com os 160 klms na cabeça, e apenas o Martim (originalmente inscrito) que sofreu uma lesão no pé enquanto corria não pode marcar presença naquela que seria uma das mais duras provas em que o “Ó” marcou presença.
A prova começou logo na Sexta-Feira dia 17, com o Tiago e o Nuno a viajarem para Serpa com a intenção de conseguirem mais algumas horas de descanso ao conseguirem dormir num local mais perto, já que esta Cidade Alentejana ainda fica significativamente longe de Lisboa.
Como viajaram separadamente, e também não iam pernoitar no mesmo local, o Tiago e o Nuno não se viram, mas as conversas que tinham tido nos dias anteriores estavam a confirmar-se! Os terrenos estavam completamente ensopados, e muito daquilo que anteriormente seriam caminhos eram agora longas extensões de água e lama, com ar de quem poderiam facilmente engolir quem lá se atrevesse a passar.
Não ia ser fácil…!
Ao chegar a Pias (uma pequena aldeia a 15 klms da partida), o Tiago constata de imediato que afinal não se iria deitar às 22h, e que a essa hora o mais certo seria ainda andar a fazer bricolage na sua bike…!
O barulho inconfundível de ar a escapar-se ouvia-se vindo da roda de trás, e as bolhinhas que saltavam das cabeças dos raios ditavam o veredicto. Algo se passava com o Tubless a estrear (o Tiago tinha ido buscar a bicicleta à loja poucas horas antes, e os pneus eram novos)!
Foi ainda assim preferível que tal incidente tivesse corrido na véspera e não na prova em si, já que desta forma houve tempo para remediar.
Tentando não pensar muito no assunto, após comer uns deliciosos Secretos de Porco Preto, o Tiago deitou mãos à obra, e também com alguma ajuda de uns quantos participantes que estavam na mesma Albergaria, o problema ficou rapidamente solucionado com a colocação de um câmara-de-ar com slime, que teria de fazer as vezes do tubless!
Às 23.00 já estava pronto a descansar.
Vindo directamente de Lisboa, o Sérgio já estava em Serpa às 7h da manhã, e o Nuno também já andava por lá, enquanto um Tiago, ensonado, apareceu 15m depois.
A chuva que caíra insistentemente logo pela manhã havia parado, e o céu, embora carregado, parecia que não ia de novo “desabar”, mas estava tudo muito incerto, assim como a incerteza que existia na cabeça de muitos sobre se conseguiriam terminar esta Maratona, ou não…!
Após terem efectuado o controlo zero, os rapazes encontravam-se prontos a partir, mas antes foi dado um pequeno “Briefing” pela organização.
-Devido às más condições do terreno foi necessário efectuar alterações no percurso da prova. Assim, a Ultramaratona terá “apenas” 148 klms! Transmitiu o “Ludos”.
Ficava então a dúvida de como seriam esses 148 klms, pois é quase a mesma coisa que fazer 160, e apesar de um menor acumulado esperavam-se condições muito adversas ao nível do piso caudal das ribeiras etc, que iriam complicar a equação.
Precisamente às 8h da manhã foi dada a partida, e mais de 200 aventureiros fizeram-se à estrada seguindo o Land Rover Discovery que serviu de batedor até o alcatrão acabar e se iniciarem os lamaçais…!
Foi no momento em que as rodas pisaram a terra que todos perceberam que não iria ser fácil, principalmente para quem se deixasse ficar muito para trás, já que iriam ter que passar por caminhos ainda mais “batidos” e repletos com os rastos e valas abertos na lama, feitos por quem passasse primeiro.
O Tiago e o Nuno juntaram-se de imediato no mesmo ritmo, pedalando de forma efusiva (mas controlada) pelo meio dos participantes, e tentando delinear as melhores trajectórias pelo meio os lamaçais.
A fazer lembrar o Passeio de Odrinhas, as trocas de posição entre eles sucederam-se, mas agora não podiam entusiasmar-se sob pena de “pagarem a factura” em cansaço ou degaste prematuro do material. É que a água era muita e infiltrava-se no corpo e nas máquinas…
Ainda assim rolaram muitas vezes acima dos 40 klms/h, pelo menos até chegar às margens do Guadiana onde o ritmo abrandou um pouco, acelerando de novo até chegar ao famoso “Single Track do Guadiana”, ex-libris desta competição, e um local extremamente belo.
O rio que corria feroz não deixava margem para dúvida sobre o estado em que poderiam estar algumas ribeiras que os rapazes poderiam encontrar, mas primeiro ainda havia o Single Track.
Literalmente “escavado” pelo meio da vegetação, e cheio de lama muitas vezes profunda, e rochas escorregadias, não havia margem para erros, e “margem” era também o local onde os participantes pedalavam, pelo que o maior descuido poderia levar a algumas quedas em alguns locais de uma altura ainda considerável, sempre com o Guadiana lá em baixo…
Apesar de ciclável na maior parte da sua extensão, houve locais em que os participantes tiveram que desmontar e caminhar de modo a superar os obstáculos. Um esforço acrescido e que desgasta outros músculos menos utilizados enquanto se pedala.
E no final, a primeira das grandes ribeiras….!
Para saírem do singletrack, os atletas teriam que atravessar à mão uma ribeira de forte caudal tendo que quase escalar a margem oposta, que havia desmoronado com as chuvas.
Pegando nas bicicletas e tendo que passar um a um, os rapazes da “Ó” DO VIDRO atravessaram sem problemas, tendo ainda ficado bem nas fotos que estavam a ser tiradas no local, especialmente o Sérgio que foi “apanhado” em grande pegando na sua EPIC quase por cima da cabeça.
A partir dali sucederam-se os estradões e alguns trilhos mais técnicos mas todos muito enlameados até à primeira Z.A..
O Nuno e o Tiago seguiam num grupo onde também estava presente o André, um dos Epic Riders portugueses que costumam marcar presença em provas míticas como o Cape Epic, e quase ninguém parou (incluindo o Nuno) à excepção do Tiago que aproveitou para beber uns golos de água de modo a poupar a que transportava consigo, meter uma banana no Jersey e comer uma barra, e apesar de ter demorado muito pouco tempo, já necessitou de pedalar um pouco mais forte de modo a apanhar o grupo que entretanto se havia afastado.
De facto esse grupo manteve-se coeso durante bastante tempo, e enfrentaram todos a assustadora passagem por um paredão, que supostamente costuma permanecer acima das águas que por baixo dele correm, mas devido ao imenso caudal da ribeira, esta passava agora por cima como se por e simplesmente esse obstáculo não existisse!
-“Vão pela esquerda, pela esquerda senão à direita ficam lá!!!” – Gritavam alguns locais que acompanhavam a prova naquele local.
E era fácil dizer, mas mais complicado fazer! É que à direita era possível perceber onde acabava o paredão já que havia uma pequena cascata, mas à esquerda era como se fosse uma massa contínua de água, não se sabendo muito bem onde havia de facto cimento para colocar as rodas ou não. Mesmo os postes de ferro que deveriam alertar para o limite do paredão não eram uma grande ajuda pois alguns encontravam-se retorcidos, e outros tapados…
Não sabemos se o vencedor da prova (Vítor Gamito) lá passou sozinho, e se devido à sua estonteante velocidade sequer se apercebeu disso, mas para os rapazes da “Ó” DO VIDRO foi bom alguém ir a pedalar à sua frentem, e de certa forma a “desbravar” caminho!
Ultrapassado o obstáculo, e tendo a água chegado até meio da rodas e tapado grande parte da transmissão, era tempo de iniciar uma subida com as bikes a pedirem óleo desesperadamente…
De seguida os participantes eram encaminhados para alguns klms de alcatrão, uma das principais diferenças face ao percurso inicial, mas a dureza estava a ser tanta que o mesmo se tornou “bem-vindo”, já que parecia ser tão fácil rolar naquele piso que não nos prendia nem encharcava!
O tal grupo em que o Nuno e o Tiago estavam metidos começou então a tornar-se num comboio expresso, e depois num TGV, com o ritmo a aumentar bastante, a fazer lembrar o Troia-Sagres em que os participantes seguiam colados nas rodas uns dos outros, tipo pelotão da Volta a Portugal.
Aqui o Nuno começou a sentir-se em casa e pedalou entusiasticamente, enquanto o Tiago pensando em tanto klm que tinha pela frente preferiu ser mais cauteloso e acompanhar os desenvolvimentos a pouca distância, fazendo ocasionalmente algumas progressões até ao meio da “molhada” de modo a não se deixar ficar para trás até chegarem à próxima zona de estradões.
Não fossem os mesmos estarem quase intransitáveis, e até poderiam ser locais onde se conseguiria ganhar um bom ritmo, mas pelo menos as descidas continuaram a sê-lo com o Tiago e o Nuno a “picarem-se” constantemente o que acabava por vezes por se traduzir em algum abuso do material, que embora resistente não é indestrutível.
Seguindo na roda do Portela até ao final de uma entusiasmante inclinação descendente, o Tiago tem que puxar travão a fundo (tal como o Portela o fez à sua frente) de modo a não entrarem de forma descontrolada na profunda ribeira que se encontrava à frente de ambos.
A profundidade da água ainda era considerável, e suficiente para cobrir os discos de travão de ambas as bikes dos quais saia fumo e um inconfundível cheiro a “ferodo”, provocado pelo contacto da água fria num sistema de travões bem quente devido ao esforço a que acabara de ser sujeito.
Talvez por isso as pastilhas de travão do Tiago tivessem entregado a alma ao criador, e agora o travão de trás acabava por ser por vezes uma miragem, pois a sua eficiência estava bastante limitada.
Pior só estava o Sérgio que acabou mesmo por perder os dois, tendo tido que gerir muito bem a forma como enfrentou as zonas mais perigosas e técnicas deste circuito.
O tempo passou e não demorou até que os atletas atingissem o ponto mais a Sul do percurso, as fantásticas Minas de S. Domingos!
Foi umas das inovações do percurso para 2010, e sem dúvida que foi uma óptima escolha já que a paisagem era de cortar a respiração.
Foi como pedalar num cenário pós-guerra nuclear, no meio de uma paisagem despida e transformada pelo homem de terra negra, lamas escuras, e infra-estruturas decrépitas! Por todo o lado corria furiosa água através de leitos mais ou menos naturais, canais e túneis construídos por mãos humanas, acumulando-se em enormes e profundas bacias e reservatórios…! Magnífico!!
E digno de uma foto, e por isso o Nuno fez questão de conseguir agarrar o seu telemóvel e tirar uma foto ao Tiago no meio de todo aquele enquadramento, enviando-a de seguida para alguma da rapaziada do “Ó”.
-“Isto é só lama radioactiva!!” Gritou o Nuno.
Embora desconheçamos a possível perigosidade da mesma, a verdade é que as transmissões estavam em claro esforço e sofrimento, e era ingrato colocar óleo pois este era “lavado” quase de imediato pela poça seguinte…!
Após passarem a aldeia de Corte Pinto, os participantes encontravam mais um trecho de alcatrão, excelente para “desanuviar” de tanta dificuldade, e aqui o Tiago aproveitou para se esticar mais um pouco aumentando um pouco o ritmo. Já não faltava tudo, mas ainda tudo poderia correr mal!
Incrivelmente a impecável estrada onde seguiam, com bermas arranjadas, alcatrão novo, marcações reluzentes, e em alguns locais iluminação, acabava sem aviso num caminho rural onde nem sequer haviam casas, já que a pequena povoação (ou casas dispersas…) encontrava-se mais à frente, tendo os atletas tido oportunidade de passar por uma das várias escolas primárias encerradas e perdidas literalmente no meio do nada, sem acessos, e fazendo lembrar tempos passados de uma região que agora sofre de vários problemas como a desertificação, mas que é bela, muito bela.
Aos 85 klms o Nuno “despacha” o Tiago dizendo-lhe que vai abrandar um pouco, e uma vez que se estava a sentir bastante bem o Tiago continuou no ritmo que começou a impor nos klms que antecederam a separação dos dois.
Não fosse o facto de o Sol não ter brilhado nos dias anteriores à prova, e os campos estariam cobertos de flores amarelas e roxas como aconteceu em 2008, mas por agora a água era tanta que o verde imperava, já que as flores ainda não desabrocharam na maior parte dos locais.
As paisagens de Serpa estão na sua maior parte intocadas, não tendo sofrido da praga de eucaliptos que “atacou” muitas zonas do nosso território, e como tal é possível usufruir da verdadeira paisagem alentejana, e inclusive ver a razão pela qual a carne de porco preto do Alentejo é tão boa. Vários foram os locais onde os atletas puderam encontrar grupos de porcos que crescem e vivem de forma saudável pelos campos, e apesar de estarem atrás de cercas, estas delimitavam grandes propriedades com vários hectares, pelo que apesar de domésticos os porcos acabam por crescer e se desenvolver de uma forma muito selvagem, quase como javalis.
Pedalando agora sem o Portela, o Tiago acabou no entanto por rolar pouco tempo sozinho, já que acabou por se “colar” a alguns grupos que seguiam com ritmos semelhantes ao seu, muitos deles compostos por participantes que já haviam rolado no célebre TGV anterior, mas que agora já iam um pouco mais devagar…
É que o corpo já estava cansado e ensopado, e as dificuldades pareciam não parar…
A cada klm surgia mais uma poça profunda, lamaçal ou subida escorregadia, e os klms acumulados já estavam a deixar as suas marcas, sendo cada vez mais difícil manter a disponibilidade física e mental necessária para superar todos os obstáculos da melhor forma
O céu que todo o dia andou carregado e chegou mesmo a despejar algumas gotas, parecia agora estar eléctrico, e ao longe ouviam-se trovões o que indicava que a qualquer momento poderia cair uma verdadeira tempestade.
Isso tornou-se particularmente assustador enquanto o Tiago atravessava mais uma das ribeiras que lhe davam pela cintura, já que por cima dele uma nuvem negra “resmungou” com um trovão.
-“Bolas, com tanto carbono por aqui e no meio da água ainda levamos todos com um raio em cima!” – Pensou ele.
Mas felizmente parece que a trovoada caiu toda em Espanha já que teria sido mais uma dolorosa adversidade.
Aos 118 épicos klms surgia a 3ªa Z.A., e o Tiago aproveita para parar e colocar mais uns esguichos de óleo na sua transmissão cujos roletes do desviador já estavam em “estrela”, ao mesmo tempo que um estanho barulho vindo da roda de trás (ssemelhante a um despertados a tocar (!)) fazia perceber que mais alguns problemas já andavam por ali.
-“Faltam 20 klms!” – Grita alguém enquanto o Tiago arranca aproveitando que mais alguns atletas também o estavam a fazer.
Já não era muito mas, na verdade, essa era distância que faltava para a última Z.A., já que para o final ainda estavam pela frente mais 10, num total de 30 klms que ainda faltavam percorrer até à desejada meta.
Poderia parecer muito pouco, e representava uma distância mínima face ao que já havia sido percorrido, mas a organização não facilitou, e seria duro até ao final!
Na verdade, alguns caminhos seriam dos piores da maratona, como aqueles nas margens de uma barragem por onde os participantes já passaram em anos anteriores, mas cujas margens actuais eram agora os antigos trilhos, pois esta encontrava-se completamente cheia de água, o que obrigou os atletas a pedalarem em locais completamente alagados.
Não interessavam, o final estava já aí, e havia que aguentar aquilo que a Mãe Natureza nos colocou pela frente…ela e o Ludos, mentor da Ultra!
A Z.A. não estaria na Aldeia do Pinto como já esteve no passado, e era necessário chegar aos 138 klms para a encontrar, existindo até por lá algumas cadeiras onde era possível descansar, e mentalizar que dali eram apenas 10 os klms que faltavam.
Não tendo sido aproveitadas pelo Tiago e pelo Nuno, souberam no entanto muito bem ao Sérgio que não se fez rogado a algum descanso.
Menos treino face a 2009, e pouco descanso nos últimos meses levaram a um maior desgaste físico, e embora cansado, e sem travões na bicicleta, nunca iria desistir!
Comprovando-se a expressão “Morrer na Praia”, o Tiago ainda encontrou um participante com a corrente partida, o que lhe poderia levar a não conseguir terminar a prova, mas um amigo do mesmo parecia estar a dar conta do recado, e como tal o Tiago seguiu após comprovar que não necessitavam de ajuda.
A ser igual a 2009, a fase final da SRP160 seria feita em alcatrão, o que iria significar acabar com o martírio da lama, e assim foi…!
Após tanto sofrimento, aquele trecho de asfalto parecia ser a maior maravilha do mundo alguma vez construída pelo homem pois rolava-se bem, e Serpa era já ali.
Ao longe o LIDL (mesmo ao lado da meta) indicava a proximidade, e era tempo de aguentar, encaixar o esforço final, sorrir ao cruzar a meta.
O Tiago fê-lo sozinho já que deixou para trás no alcatrão o grupo com quem havia rolado, mas o Nuno acabou em sprint.
Com Serpa pela frente no meio de mais 4 participantes o Nuno deu o mote.
-“Isto está quase a acabar, e estamos aqui todos. Agora que tiver pernas chega primeiro!”.
Foi como abanar um ninho de vespas e de imediato os outros participantes levantaram-se do selim e começaram a Sprintar.
-“O que é que eu fui fazer!!” – Pensou o Nuno assim que ficou para trás, mas ainda tinha mais um truque na manga”
Vindo da cauda do grupo o Nuno faz a curva por fora e quebra os outros participantes os quais não aguentaram essas pedaladas, e mesmo aquele que se encontrava mais destacado foi deixado para trás comprovando-se o facto de talvez ter puxado demasiado cedo.
Foi mesmo o Nuno que chegou à frente do grupo, e está em vídeo para se comprovar!!
Mais tarde chegou o Sérgio, ainda abaixo das 12h de prova mas visivelmente desgastado mas TERMINOU, e isso é aquilo que mais interessa.
Desta forma todos aqueles que terminaram a SRP160 deveriam começar a usar na sua assinatura de e-mail, facebook, forumbtt etc, EPIC RIDER!
Mais uma aventura da “Ó” DO VIDRO! |